terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Van Rompuy II

Herman Van Rompuy não pára de surpreender: o novo presidente do Conselho Europeu decidiu mudar o local da próxima cimeira informal de lideres da UE de 11 de Fevereiro: em vez do frio e impessoal edifício do Conselho de Ministros da UE - o Justus Lipsius (fotos à esquerda e à direita) - os chefes de Estado ou de Governo vão trabalhar no ambiente bem mais descontraído, agradável e potencialmente inspirador da Bibliotèque Solvay, a 5 minutos de distância (a pé).

De acordo com as descrições habituais, trata-se de um "monumento
centenário, de estilo Arte Nova" dotado de uma "maravilhosa biblioteca" (onde decorrerá a reunião dos lideres) e que constitui "um dos mais impressionantes exemplos de ecletismo arquiectónico na Bélgica". Que ainda por cima está situado no meio de um magnífico parque (fotos em baixo).

A escolha d
este local constitui mais um exemplo da firme intenção de Van Rompuy de ressuscitar o espírito original das cimeiras europeias enquanto momentos de discussão franca e aberta, em espírito de família, entre os lideres dos Vinte e Sete países da UE.
O primeiro passo foi dado em Dezembro com a expulsão dos ministros dos Negócios Estrangeiros das cimeiras, o que não agradou à maior parte. (Na segunda-feira passada, vários MNE's, aproveitaram a sua reunião mensal em Bruxelas para protestar contra o facto de já nem sequer terem sido chamados a preparar os trabalhos da cimeira de dia 11...).

A consequência óbvia da escolha de Van Rompuy é que os jornalistas ficarão confinados no Justus Lipsius, sem qualquer possibilidade de acesso ao recinto da Biblioteca Solvay, apenas podendo entrar em contacto com os lideres nas conferências de imprensa previstas para o fim dos trabalhos. O que limita a eventual tentação de algum lider interromper a reunião a meio para entrar em directo nalgum telejornal...

28 comentários:

Augusto Küttner de Magalhães disse...

Unicamente a cito, pela importância:

!!!!Herman Van Rompuy não pára de surpreender:

A escolha deste local constitui mais um exemplo da firme intenção de Van Rompuy de ressuscitar o espírito original das cimeiras europeias enquanto momentos de discussão franca e aberta, em espírito de família, entre os lideres dos Vinte e Sete países da UE.

A consequência óbvia da escolha de Van Rompuy é que os jornalistas ficarão confinados no Justus Lipsius, sem qualquer possibilidade de acesso ao recinto da Biblioteca Solvay, apenas podendo entrar em contacto com os lideres nas conferências de imprensa previstas para o fim dos trabalhos. O que limita a eventual tentação de algum lider interromper a reunião a meio para entrar em directo nalgum telejornal...!!!!!!!!!!!!

Augusto Küttner de Magalhães

Anónimo disse...

Conheço a Bélgica há tempo suficiente para não precisar de o ver chegar a presidente do Conselho Europeu para ouvir falar pela primeira vez de Herman van Rompuy em termos positivos.
Muita gente não conhece a Bélgica, porque acha que a Europa é (só) a França, a Alemanha e a Inglaterra – mas todas as simplificações são empobrecimentos.
Tendo em conta a dura escola da construção de consensos que é timbre da política belga e o sucesso que van Rompuy estava a ter na Rue de la Loi (sede do Governo BE), isso seria um bom prenúncio para a sua mudança para a Rue de la Loi (sede do Conselho UE).
Partilho portanto da simpatia da autora do blog.
Contudo, acho cedo para pensar em dar-lhe dar o Nobel europeu, comparando-o a Delors.

Os tempos são outros; e a construção de consensos na União Europeia é essencialmente diferente da política interna belga: o debate belga visa a conciliação de duas grandes entidades – flamengos e francófonos – que se conhecem e por vezes se detestam, mas sabem que têm que cooperar; o debate europeu assenta numa base muito mais frágil e divergente, onde os actores muitas vezes se desconhecem (o que é que um holandês sabe da Letónia?) e em que por vezes nem todos acham que têm que cooperar (os três maiores países terão a tendência para querer dar ordens, outros podem não querer obedecer).
Além disso, há disfuncionalidades derivadas dum Tratado que foi endeusado mas que é abstruso, como a do atropelo entre as figuras do presidente do Conselho Europeu e do chefe do governo do pais da presidência rotativa.
Ou seja, o lugar de Van Rompuy é um desafio de monta, para dar sentido a um lugar que na base não o tem. Esperemos um ano para ver se ele o virá a conseguir, sem se tornar numa marioneta de Paris, Berlim e Londres.

W. Hallstein

Augusto Küttner de Magalhães disse...

Agora é que deixei de entender!!!!

O problema inicial de Van Rompuy, ou melhor a ideia que nos foi sendo transmitida era de: - uma marioneta! Ponto, paragrafo.

Aqui a Isabel com muito boa fundamentação tem-nos vindo a informar, que não se trata de uma marionta, bem pelo contrário.

E nem a Belgica tem sido aqui chamada, que todos ou muitos sem sequer a conhecer sabíamos que por lá, por vezes as "coias" se complicam. se não governam.

O que penso estar aqui em causa, não é dar Prémios, é entender que esta é a pessoa indicada, capaz para excercer o cargo para que´foi indicado.E que vai ser menos facil ninguem duvida!!
Mas sabe o que quer e como quer!!!
Augusto Küttner de Magalhães

O Raio disse...

A reunião de lideres europeus é numa biblioteca? Dado serem todos intelectuais convem contar os livros depois de sairem.

Augusto Küttner de Magalhães disse...

Será , então, conveniente contar antes!! e fiscalizar à saída!!!!!!!!!!!!!!

Augusto Küttner de Magalhães

O Raio disse...

"Será , então, conveniente contar antes!!"

Em qualquer biblioteca as obras estão todas previamente catalogadas.

Augusto Küttner de Magalhães disse...

Sr. Raio, então comece a preocupar-se com o que não está catalogado!!!!

O Raio disse...

Este artigo é interessante, não pelo que diz mas pelo que mostra.

Acho espantoso que o Rompuy tenha corrido com os Ministros dos Estrangeiros, acho espantoso que ele o faça e acho espantoso que os chefes de governo europeus não o tenham mandado pasear.

Em Nice, quando Chirac tentou correr com um membro do staff de Prodi pois, segundo Chirac ele não tinha direito a estar presente, Prodi manteve-o e disse a Chirac "Eu vejo os meus funcionários quando quero e onde quero" (Sunday Telegraph, 10 de Dezembro de 2000).

É muito mau sinal estar a dar Prodi como um bom exemplo aos políticos actuais...

O que Rompuy fez foi o de diminuir a importância destas reuniões pois os Chefes de Governo, se não se sentirem seguros têm tendência a adiar resoluções porventura importantes.

Eu que nunca fui Ministro, nem sequer Secretário de estado ou mesmo Director Geral, raramente fui a uma reunião importante sem me fazer acompanhar por quem estava 100% por dentro dos assuntos.

A.Küttner disse...

Caro Raio

Quando for Moinistro, é tudo difrente???

A.Küttner

O Raio disse...

Heer A.Küttner,

"Quando for Moinistro, é tudo difrente???"

Eu? Ministro? Impossível pois sou demasiado euroceptico para Ministro.

É que a democracia europeia lembra a resposta que Henri Ford deu quando lhe perguntaram porque que é que os clientes não podiam escolher a cor do Ford T (só havia o modelo em preto). Pois, a esta pergunta Henri Ford respondeu que o cliente podia escolher a cor que quisesse desde que fosse a cor preta.

Na democracia europeia todos podem ter a opinião que quiserem desde que apoiem activamente a integração europeia, não ponham em causa o aquis communitaire, etc.

Quem não alinha nisto, como eu, é obviamente um antidemocrático que é rapidamente cilindrado.Há vários exemplos.

E depois, eu, que tenho ainda algum amor-próprio, nunca alinharia em ser eleito pelo povo português e em seguida mandar às malvas o povo que me elegeu e passar o tempo a ir a Bruxelas, de baraço ao pescoço pedir instruçõrs sobre o que é que queriam que fizesse. E, pior, obedecer, por piores que fossem as consequências para o povo que tinha confiado em mim elegendo-me.

Saudações eurocepticas,

A.Küttner disse...

Herr Raio

que Raio de nome!!!!

Começo a gostar de o entender!!! Custou!!

Evidentemente que sendo euroceptico, é dificil!!Mas qual é a solução que - hoje - vê, nao só para o país, como para a Europa? num mundo globalizado, ou ficamos grandes, ou morremos, somos abafados!!!


Penso que a fase, o momentum, é demasiado complicado, mas surjam alternativas! Justas e democraticas!!

um abraço
Küttner

A.Küttner disse...

Herr Raio

que Raio de nome!!!!

Começo a gostar de o entender!!! Custou!!

Evidentemente que sendo euroceptico, é dificil!!Mas qual é a solução que - hoje - vê, nao só para o país, como para a Europa? num mundo globalizado, ou ficamos grandes, ou morremos, somos abafados!!!


Penso que a fase, o momentum, é demasiado complicado, mas surjam alternativas! Justas e democraticas!!

um abraço
Küttner

O Raio disse...

Heer Küttner,

"Mas qual é a solução que - hoje - vê, nao só para o país, como para a Europa? num mundo globalizado, ou ficamos grandes, ou morremos, somos abafados!!!"

Primeiro quero sublinhar que este termo, "solução", aplicada a um país ou continente não tem razão de ser.

Um país não tem solução, tem caminhos a seguir, muitos, uns melhores e outros piores.

Quanto a ser grande e forte ou pequeno e fraco, salvo melhor opinião, é preferível ser pequeno e fraco mas envidando todos os seus recursos para resolver os seus problemas ou grande e forte e aplicar todos os seus esforços e recursos para resolver os problemas dos outros?

E este é o problema principal que, por sinal, até saltou recentemente à vista.

Ainda não há muito tempo Portugal teve a Presidência rotativa da UE.

Teria toda a lógica, numa altura em que se começava a perceber que o projecto europeu estava a gripar e em que alguns estados membros, como por exemplo Portugal, estavam a falhar totalmente, dedicar a presidência rotativa a estes problemas.

Mas não, Portugal gastou a sua presidência rotativa a acabar o que a Alemanha tida começado, o Tratado que se veio a chamar "de Lisboa"

Omhelzen,

O Raio

A.Küttner disse...

Caro Raio

Que raio, não sejam soluções, sejam caminhos ou becos, mas quais???? matar o Socrates porque não gosta do M.Crespo, do JMF e da Senhora da TVI, um passo dado.
Segundo, qual????

Por certo não vive cá!! ou se vive, não entende qe todos estamos convencidos que "isto" vai ao charco...e...deixamos ir???

A.Küttner


nota: para trás é passado, interssa o amanhã!!!!!

O Raio disse...

Caro A.Küttner,

"sejam caminhos ou becos, mas quais???? matar o Socrates porque não gosta do M.Crespo, do JMF e da Senhora da TVI"

Primeiro seria importante deixar de ligar ao pessoal menor e concentrarmo-nos em quem realmente manda.

As guerras ao Sócrates são só para nos entreter e nos dar uma vaga ideia de que vivemos numa democracia.

Sócrates não passa de um moço de recados que se limita a implementar cá o que é decidido lá fora. Mais de 70% da legislação que entra em vigor anualmente vem de Bruxelas. O chamado Governo de Portugal há muito que deixou de o ser.

O importante era o povo português perceber isto e passar as fazer manifestações não em frente ao Ministério das Finanças ou à Assembleia da República mas antes em frente ao Centro Jean Monet em Lisboa.

Quando os jornais e telejornais colocassem na primeira página os disparates da Comissão e relegassem para as páginas interiores as guerras de alecrim e manjerona de Belém e São Bento e quando limitassem a notas de rodapé a "nossa" corrupção e se centrassem no que vai de dinheiros pela Comissão Europeia e pelo Parlamento Europeu teriamos dado um grande passo para resolver os nossos problemas.

"Por certo não vive cá!! ou se vive, não entende qe todos estamos convencidos que "isto" vai ao charco...e...deixamos ir???"

Vivo em Lisboa, Portugal.

Para não deixarmos ir temos de centrar as nossas criticas em Bruxelas e temos de ignorar olimpicamente o Sócrates. Temos de olhar para Bruxelas e dizer, "O Rei vai nú".

Um abraço

A.Küttner de Magalhães disse...

Carissimo

Mas nós somops tão, tão pequenos aqui na Europa, que vamos ser nós a bater o pé contra a Europa?

Para quê?

Qual o resultado???

A.Küttner

O Raio disse...

Meu caro,

"Mas nós somops tão, tão pequenos aqui na Europa"

Somos cerca de 1% do PIB da UE e um pouco mais da população.

De entre os 27 países da UE só oito, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Espanha, Polónia, Roménia e Holanda é que têm população superior a Portugal que se encontra praticamente empatado com a Grécia.

Não somos portanto tão pequenos assim, encontramo-nos quase que no quartil superior.

Mas, sinceramente nunca esperei ouvi-lo dizer uma coisa destas pois, a concordarmos, seria um argumento de peso para nunca termos entrado na CEE e, já que, para mal dos nossos pecados lá estamos, seria uma razão de peso para sair.

Deve-se ter tratado de um lapsus calami.

"vamos ser nós a bater o pé contra a Europa?"

??? Why not? Se estamos a ser miseravelmente explorados e abusados é a única atitude que nos resta.

"Para quê?

Qual o resultado???"

Para readquirirmos a nossa liberdade e autodeterminação!

Um abraço

A.Küttner disse...

Carissimo

Insisto, nós somos tão pequenos!!!

Vamos fazer o quê? NEste mundo global, em que quer queiramos quer não , é dos grandes, dos BIC, do Japão, dos EUA, do Canadá!!!!!

Abraço

Augusto

O Raio disse...

Meu caro,

"Insisto, nós somos tão pequenos!!!"

??? peço desculpa mas esta insistência parece-me um pouco doentia.

Indo ao CIA Factbook temos que Portugal ocupa as seguintes posições:

Área 110º de 249 países ou territórios. entre a Hungria e a Jordania;
População, 76º de 237 países ou territórios, entre a Grécia e a Tunisia;
PIB, 50º de 226, entre Singapura e Israel;
PIB per capita, 56º de 228, entre Aruba e Chipre;
Divida pública em % do PIB, 18%, entre a Alemanha e a Hungria;
Exportações, 52º de 223, entre a Ucrania e Angola;
Importações, 40º de 218, entre a Grécia e o Irão;
Divida externa (pública e privada), 19ª, entre a Noruega e a Rússia;

É de concluir que, de uma forma geral somos um país um pouco acima da média.

Claro que não somos nem a China nem a Indía...

"Vamos fazer o quê? NEste mundo global, em que quer queiramos quer não , é dos grandes, dos BIC, do Japão, dos EUA, do Canadá!!!!!"

Há muito que fazer se conseguirmos ter a nossa autodeterminação de volta.

Enterrados na UE e remetidos à periferia desta é que não vejo o que podemos fazer.

Durante a sua História Portugal esteve sempre no centro do Mundo, excepto agora em que largamos o Mundo para nos remetermos à periferia da Europa.

O Mundo é grande e não há que ter medo dele.

Um abraço

A.Küttner disse...

Tenho pena, mas de facto cada um lâ a história e bebe-a à sua maneira!!!!
Nós, desde sempre que tivemos uns pequenos problemas mal-resolvidos.
Nós não atinamos a governar a casa!!
É pena, mas é verdade.
E temos Pessoas muito, muito capazes, mas depois não são as que devem estar no local certo à hora certa!!!

Logo, como fazer......

O Raio disse...

"Tenho pena, mas de facto cada um lâ a história e bebe-a à sua maneira!!!!"

??? Limitei-me a citar factos, nada mais.

"Nós, desde sempre que tivemos uns pequenos problemas mal-resolvidos."

O que acontece a todos os países e povos.

"Nós não atinamos a governar a casa!!"

???? Nós e os outros. Este tipo de afirmações é de um provincianismo atrós. Para compor o ramalhete só falta a estafada frase de que somos um país do terceiro-mundo...

"É pena, mas é verdade."

Eu já vivi e trabalhei fora de Portugal. Foi uma fase importante da minha vida pois permitiu-me relativisar este tipo de derrotismo e de perceber que de nenhuma forma somos inferiores aos outros.

"E temos Pessoas muito, muito capazes, mas depois não são as que devem estar no local certo à hora certa!!!"

Será que são capazes? Sinceramente não creio pois deixar-se-iamm ultrapassar pelos tais incapazes...

Mas concordo que temos problemas. Um dos principais é este tipo de discurso derrotista que além de não levar a nada é muitas vezes utilizado como justificativo para nos colocar debaixo da pata estrangeira.

Além de que ajuda todas as forças anti-democráticas, somos incapazes, logo,...

Salazar não estava muito longe destas noções sobre a nossa "incapacidade"...

a.küttner disse...

Salazar!!!!
É passado!!!!!

O Raio disse...

"Salazar!!!!
É passado!!!!!"

É sim senhor, mas não é por isso que deixe de ser importante e não deve deixar de ser estudado.

E, para quem conhece o Salazarismo, ou por ter vivido nele ou por o ter estudado, não pode deixar de reparar nas parecenças da época actual com o Salazarismo, desde a obcessão pelo deficit até à UE.

É que Salazar já dizia que se Portugal perdesse as colónisa, isto é, as provincias ultramarinas, seria absorvido pela< Europa.

A.Küttner disse...

Com Salazar, como se lembra Portugal esteve Orgulhosamente Só! tempo demasiado.
Entregou a Colónias, tarde demiais.

Logo o atraso vem daí.

Isso já experimentámos, e não vale repetir.....não deu, não dá, nem dará!!

O Raio disse...

"Com Salazar, como se lembra Portugal esteve Orgulhosamente Só! tempo demasiado."

Portugal não estava só, estava era mal acompanhado (África do Sul, Espanha, França, etc.). Tal como agora...

"Entregou a Colónias, tarde demais."

??? Salazar, que eu saiba, nunca entregou nada. Perdeu foi a India e Fortaleza de São João Baptista de Ajudá.

"Logo o atraso vem daí."

O nosso atraso vem da adesão à CEE/CE/UE. O crescimento de Portugal durante o salazarismo/marcelismo, apesar da ditadura, das guerras coloniais, etc., era muito superior ao actual, principalmente depois de na década de sessenta se ter aderido à EFTA.

O crescimento chegou aos dois dígitos (crescimento anual)!

"Isso já experimentámos, e não vale repetir.....não deu, não dá, nem dará!!"

A adesão à UE... bom já experimentamos e não vale continuar, não deu, não dá nem dará, a não ser estagnação, depressão e falta de democracia...

akm disse...

Vamos por sua vontade Sr. Raio voltar ao colonialismo.............

O Raio disse...

"Vamos por sua vontade Sr. Raio voltar ao colonialismo............."

Eu alguma vez disse isto?

A. Küttner disse...

Penso que está a vir às boas!!
Não se zangue e não retroceda, para meados do seculo passado!!!!!